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Qual o potencial das AgTechs no Brasil?



A agropecuária brasileira atravessa uma evolução crescente. O país é um dos principais exportadores de alimentos no mundo, com cifras arrebatadoras em diversos segmentos. Assim, para suprir esta demanda, o desafio é aumentar a produtividade de forma mais sustentável, usando menos espaço e com maior responsabilidade ambiental.


E de que forma? Utilizando as tecnologias disponíveis para o produtor através da grande aposta em termos de negócios promissores para investimentos: as agrotechs ou simplesmente agtechs. Em 2020, em meio à pandemia, empresas da área tiveram valorização de até 56% enquanto desenvolviam novas alternativas para o campo.


Não está familiarizado com o termo? Vamos ao conceito: agtech consiste em uma empresa do tipo startup com foco em atividades voltadas para o agronegócio. O objetivo desse modelo empresarial é prover contínuas inovações para o setor, como a aplicação de ferramentas de automação, Big Data e Inteligência Artificial.


Estes exemplos estão integrados no conjunto de aperfeiçoamentos que engloba desenvolvimento de softwares, iniciativas voltadas para a criação de alternativas energéticas, aproveitamento de resíduos, controle ambiental, monitoramento e biotecnologia.


O campo de aplicação destes instrumentos na agricultura é muito vasto. Por isto é necessário a continuidade de estudos, projetos e informações para garantir a competividade no mercado. Basicamente é fortalecer o tripé formado pelo poder público, universidade e investimento privado.


Onde estão as AgTechs no Brasil?


Ao todo, o Brasil já acumula 1.574 empresas de base tecnológica focadas em criar soluções para o setor agrícola, destas 299 são iniciantes, 64% de crescimento conforme dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups).