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O vinho brasileiro



O vinho é uma bebida alcoólica fermentada já consumida a séculos, por egípcios, romanos e gregos, que foi se difundindo e popularizando com o passar dos anos. Quanto à benefícios a saúde, é sabido que, se consumido moderadamente, o vinho faz bem para o coração, impede o desenvolvimento de diabetes, melhora a memória, rejuvenesce a pele, previne contra o câncer, combate a obesidade, age contra a depressão, aumenta a libido e diminui o estresse. Diante disso, é recomendada a ingestão de 125 até 250 mL de vinho diariamente.


Existem diversos tipos de vinho, dentre os quais podem ser categorizados conforme classe, cor, teor de açúcar e tipo de uva. De acordo com a classe, os vinhos são divididos em leves (teor alcoólico de 7 a 9,9°), de mesa (10 a 13°), espumantes (14 a 18°), compostos (15 a 18°) e licorosos (15 a 18°). Sobre cor, são distinguidos em branco, rosé e tinto. Em se tratando do teor de açúcar, podem ser seco (5 g/L), meio seco (5 a 20 g/L) e suave (mais de 20 g/L). Por fim, conforme o tipo de uva, podem ser cabernet sauvignon, malbec, merlot, tannat, pinot noir e chardonnay.


De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o setor vitivinícola brasileiro é caracterizado principalmente pela diversidade, sendo formado por várias cadeias produtivas: uvas finas, uvas americanas e uvas híbridas, para elaboração de vinhos finos e de mesa. Como consequência, o mercado consumidor é segmentado.


A viticultura nacional foi efetivamente desenvolvida a partir de 1960 e atualmente ocupa uma área de aproximadamente 80000 hectares, sendo que cerca de 90% desta está alocada no Rio Grande do Sul. Isto se deve a uma série fatores, como variabilidade de clima, solos e estrutura fundiária das diferentes regiões de produção, o que torna o setor mais exigente em soluções diferenciadas para expansão em outros locais.


A nível mundial, a fatia ocupada pela viticultura do Brasil ainda é pequena, apenas 2%, mas vêm crescendo. De acordo com a Organização Internacional de Vinícolas e Vinhos (OIV), em 2020 a produção mundial de vinho recuou em função da pandemia, diminuindo 8% no hemisfério sul. Em contrapartida, a produção brasileira cresceu, passando de 360 milhões de litros em 2019 para 430 milhões de litros em 2020. Quanto às vendas, tem-se que no Brasil houve um aumento de 32,4%, sendo que um destaque especial vai para os espumantes, pois atualmente cerca de 80% dos espumantes consumidos por aqui são de produção nacional.

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