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Maçã: fonte de saúde, emprego e riqueza



A maçã é uma fruta culturalmente muito apreciada, tendo origem asiática e possuindo cerca de 7000 espécies diferentes, cada uma com características específicas, mas com propriedades nutricionais semelhantes.


Diante disso, é sabido que a maçã é rica em pectina, vitaminas, minerais e antioxidantes que ajudam a fortalecer o sistema imunológico e apresentam vários outros benefícios à saúde, dentre os quais se pode elencar que melhora a função cerebral, é boa para o coração, diminui o risco de diabetes, afasta a prisão de ventre, previne o câncer, combate a asma, previne cáries, fortalece o sistema imunológico, previne doenças oculares, aumenta a saúde óssea, diminui o colesterol, retarda o envelhecimento e alivia problemas estomacais.


Em se tratando da influência econômica, antes de entrar em valores em si, primeiro é necessário avaliar o cenário como um todo. Quanto ao período, no Brasil a florada ocorre na primavera e a colheita no verão/outono, de janeiro a maio, mas isso não limita o acesso ao consumidor, pois depois de colhidas as maçãs são classificadas por cor e tamanho, por meio de máquinas à laser, e armazenadas em câmaras frias para poderem ser vendidas o ano inteiro. Já quanto à região, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, concentram praticamente toda a produção nacional.


Agora sim, tratando de números, apesar de todas as dificuldades enfrentadas em decorrência da pandemia, o trabalho foi proveitoso para os produtores de maçã. Em média, no Brasil o setor fatura cerca de R$ 7 bilhões por ano e produz cerca de 1,1 milhão de toneladas da fruta, mas nesta safra há expectativa de que as exportações, que representam boa parte desse valor, cresçam cerca de 60%, em volume e em valor. Frente ao exposto, há um importante reflexo social, pois a produção de maçãs emprega diretamente 50 mil trabalhadores e, para fazer a colheita, são necessários 45 mil agricultores, visto que ainda não existe maquinário capaz de colher maçãs.


Apesar das perspectivas serem promissoras, no momento há um valor elevado para o consumidor final. Isso se dá pois a fase de colheita se encontra em fase inicial, logo, os estoques estão em baixa. Se estima que no início da safra, o preço da maçã fica cerca de 15% mais caro e no pico da colheita, os valores podem recuar até 25%. A expectativa é que na segunda quinzena de fevereiro já haja mais disponibilidade de volume, e com isso, os preços passem novamente a ser mais atrativos ao consumidor.

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