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Como estudantes criam startups no Brasil



Empreendedores precoces. Talvez esta seja a definição mais adequada para definir a ebulição de ideias nos estudantes brasileiros. Nos últimos anos ocorre um fenômeno acelerado pelo empreendedorismo tecnológico representado nas startups. Inovação, potencial, mentes incessantes em um universo propício para a criação de certezas e incertezas.


Quando o aluno está dentro da universidade, ele possui a mentoria de professores, profissionais qualificados, acesso a laboratórios e aporte de recursos que facilitam o surgimento de empresas. Estas direcionadas às demandas da sociedade, na qual permite aprender com a validação do mercado. É a velha máxima de teoria com a prática.


Além do Brasil, nações como Canadá, Índia e Austrália apresentam proporção superior a 10% entre empreendedores de estudantes direcionados a fundar startups. Os segmentos mais atrativos são de jogos, comércio online, transporte e educação. Coincidência ou não, áreas mais atreladas a softwares e aplicativos, sem exigir grandes montantes para o início das atividades.


E investir é a base para apostar em novos projetos. Entre os programas nacionais e regionais de apoio aos universitários temos o Sebrae Garage, Conecta Startup Brasil e o Conecta CNT. Vale a pena se informar mais sobre estes e outros modelos de cooperação para futuros empresários.


Embora exista a vontade pessoal, não é hábito no Brasil a formação de empreendedores. O Sebrae, através de pesquisa própria, aponta que apenas 28,4% de estudantes tiveram alguma disciplina focada no assunto. Basicamente, a tendência que se tem no país é a formação de funcionários.


O SiS (Startup in School)


Estranhou esta sigla? Claro que sim, é apenas uma entre outras que existem e que virão neste mundo de transformações. O SiS é um curso de inovação e empreendedorismo tecnológico para jovens estudantes em formato de competição, em que os grupos desenvolvem uma startup com o objetivo de solucionar as problemáticas da sua cidade ou região.

Proposta realizada desde 2015, com suporte do Google, ela tem sido d