Colheita de soja é acelerada



A colheita da safra 2020/2021 de soja no Brasil fechou o mês de março com 76,2% da área cultivada já colhida, superando a média dos últimos cinco anos para tal período, mas em queda comparado apenas ao ano passado, que teve 82%, segundo a Assessoria em Comercialização de Soja e Milho (AgRural). Este número representa uma área de 38,6 milhões de hectares, do total de 50,7 plantados.


A nível estadual, se destacam Mato Grosso, com 99% da área plantada já colhida, Mato Grosso do Sul 98%, Goiás 95%, São Paulo 93%, Minas Gerais 92% e Paraná com 90%. Dois estados se encontram em nível intermediário: Tocantins colheu 72% e Piauí 56%. Por fim, os mais atrasados são Santa Catarina, com 45% e Rio Grande do Sul, que colheu apenas 27% da área cultivada.

Conforme a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (EMATER-RS), a lentidão da colheita no estado se deve às chuvas que afetaram algumas cidades, que até ajudaram as lavouras a se desenvolverem, mas por outro lado, paralisaram a colheita. O ritmo atual está muito atrasado em comparação ao do ano passado, que foi de 56% e a média histórica, de 45%. Abrindo o mês de abril, dos 73% restantes, 3% das lavouras estão em fase de floração, 31% em enchimentos de grãos e 39% em fase de maturação.


Se quanto à colheita os resultados não são os melhores, em se tratando de exportações o Brasil vai muito bem. De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), embora os novos negócios caminhem de forma mais cautelosa, março terminou com exportações recordes para o mês, representando um total de 13,5 milhões de toneladas enviadas para fora do país. O preço da saca vêm oscilando bastante, mas continua operando acima de R$150. Estima-se que em 2021, o total a ser exportado seja cerca de 85 milhões de toneladas, o que representa aproximadamente US$ 45 bilhões.


Diante do cenário apresentado, se percebe que a soja é de grande valia para o Brasil e para o produtor, entretanto que é muito dependente de fatores climáticos, o que evidencia a necessidade de uma gestão eficiente da lavoura. A irrigação inteligente, combinando estações meteorológicas, dispositivos de telemetria para monitoramento de variáveis remotamente (como nível e temperatura) e plataformas de gestão, se torna essencial para obtenção de maior controle e confiabilidade.


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