Brasil bate recordes na exportação de café em 2020



O café é uma bebida culturalmente muito apreciada, sendo a segunda mais consumida pelos brasileiros, indica a Associação Brasileira da Indústria de Café(ABIC). Dentre seus benefícios se pode elencar que diminui o risco de problemas cardíacos, ajuda no emagrecimento, previne diabetes, dá energia, evita problemas respiratórios, previne câncer, melhora o intestino, aumenta a memória, diminui pedras nos rins, combate a depressão, aumenta a expectativa de vida, ameniza sintomas de Parkinson, previne o Alzheimer, combate inflamações, reduz risco AVC, diminui chance de esclerose múltipla e protege contra danos causados pelo sol.


Além disso, o Brasil é o maior produtor de café do mundo, segundo a Organização Internacional do Café(OIC), seguido por países como Vietnã, Colômbia, Indonésia, Honduras, Etiópia, Índia, Uganda, Peru e México. Nosso país se destaca também como maior exportador do produto, resultando assim em uma atividade econômica de grande valia, pois de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento(MAPA), a cadeia produtiva de café nacional é responsável pela geração de mais de 8 milhões de empregos.


Apesar de todas as dificuldades enfrentadas em 2020, em decorrência da pandemia, o ano foi proveitoso para os cafeicultores. Conforme o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil(Cecafé), o último ano trouxe um recorde histórico, com o Brasil exportando 44,5 milhões de sacas de café, considerando a soma de café verde, solúvel, torrado e moído. Tal dado representa um crescimento de 9,4% em relação ao volume de 2019. A receita com as exportações chegou a US$ 5,6 bilhões, alta de 10,3% em relação ao ano anterior, já o preço médio da saca foi de US$ 126,52.


Para que o viés de alta se mantenha, incentivos governamentais são de suma importância, e recentemente uma boa notícia foi trazida à público: o Ministério da Agricultura liberou aos agentes financeiros, até 31 de dezembro, R$ 3,666 bilhões em recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), referentes à safra 2020/21, já colhida.


Tal valor representa 68,93% do total contratado pelas instituições, segundo o Conselho Nacional do Café(CNC). O CNC destaca que para safra 2020/21, que se encerrará em junho, o Funcafé disponibiliza um total de R$ 5,71 bilhões, sendo que do volume até então repassado, R$ 1,432 bilhão se destinaram à Comercialização, o que corresponde a 64,8% do total para esta linha, R$ 1,210 bilhão para Custeio (75,6%), R$ 547,9 milhões ao Financiamento para Aquisição de Café (49,3%) e R$ 475,9 milhões para Capital de Giro (75,5%).

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